Base rate: 30% da população brasileira

Qual é o seu risco de fraude digital?

R$10 bilhões foram perdidos em golpes digitais no Brasil em 2024. Descubra sua vulnerabilidade.

O que os dados dizem

1

R$10 bilhões foram perdidos em golpes digitais no Brasil em 2024 (FEBRABAN, 2025)

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19,1% dos brasileiros sofreram extorsão digital com dados pessoais em 2025

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Golpes via WhatsApp representam 60% das fraudes digitais no Brasil

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Idosos acima de 60 anos são o grupo mais vulnerável a golpes financeiros

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O golpe do PIX é a modalidade de fraude que mais cresce no Brasil

O Brasil é um dos países com maior incidência de crimes digitais do mundo. Golpes de phishing, clonagem de cartão, fraude no PIX e engenharia social custaram R$10 bilhões aos brasileiros em 2024. Com a digitalização acelerada dos serviços financeiros, a superfície de ataque aumentou — e os golpistas ficaram mais sofisticados.

Principais fatores de risco

Senhas fracas e reutilizadas

Usar a mesma senha em múltiplos serviços significa que um único vazamento compromete todas as contas. Senhas simples (datas, nomes) são quebradas em segundos por ataques de força bruta.

Ausência de autenticação em dois fatores

Contas sem 2FA são 99% mais vulneráveis a invasão, mesmo com senha forte. Bancos e e-mails são os alvos prioritários dos criminosos.

Cliques em links suspeitos

Phishing — e-mails e mensagens que imitam empresas legítimas — é a porta de entrada mais comum para fraudes. Um clique pode instalar malware ou roubar credenciais.

Compartilhamento excessivo em redes sociais

Informações pessoais públicas (data de nascimento, cidade, família) são usadas por golpistas para engenharia social — criar histórias convincentes para extrair dinheiro ou dados.

Como reduzir seu risco

1

Use um gerenciador de senhas

Bitwarden (gratuito) ou 1Password permitem criar senhas únicas e complexas para cada serviço sem precisar memorizá-las. É a mudança de segurança com maior impacto.

2

Ative 2FA em todas as contas importantes

Priorize: banco, e-mail principal, WhatsApp e redes sociais. Use autenticadores como Google Authenticator ou Authy — mais seguros que SMS.

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Desconfie de urgência e pressão

Golpistas criam senso de urgência para impedir que a vítima pense. Se alguém pede dinheiro urgente ou ameaça consequências imediatas, pause, desligue e confirme por outro canal.

4

Monitore seu CPF regularmente

Serviços gratuitos como Serasa e o site do Banco Central permitem verificar se seu CPF foi usado em abertura de contas ou contratos fraudulentos.

Descubra o seu risco pessoal de Fraude Digital

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Perguntas frequentes

O que fazer se cair em um golpe digital?

1) Bloqueie imediatamente cartões e contas afetadas. 2) Registre BO na Delegacia de Crimes Cibernéticos (presencial ou online). 3) Notifique o banco — há prazo para contestação. 4) Troque senhas de todas as contas. 5) Monitore seu CPF nos próximos meses.

Como identificar um site falso?

Verifique: URL com HTTPS e cadeado; domínio correto (ex: bradesco.com.br, não bradesc0.com); ausência de erros ortográficos; contato e CNPJ válidos. Desconfie de sites que chegam por link em mensagem — acesse sempre digitando o endereço diretamente.

O PIX é seguro?

O PIX em si é seguro — o problema são os golpes que usam o PIX como meio de pagamento. Nunca faça PIX por pressão ou urgência. Confirme sempre a identidade do destinatário. Bancos não ligam pedindo PIX de volta.

Meus dados vazaram — o que fazer?

Acesse haveibeenpwned.com para verificar se seu e-mail aparece em vazamentos. Se sim: troque a senha daquele serviço e de qualquer outro que use a mesma senha. Ative 2FA. Monitore extratos bancários e seu CPF.

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