Base rate: 30% da população brasileira

Você está no caminho do burnout?

30% dos trabalhadores brasileiros têm síndrome de burnout. Descubra seu nível de risco antes que seja tarde.

O que os dados dizem

1

30% dos trabalhadores brasileiros têm síndrome de burnout (ISMA-Brasil, 2025)

2

O Brasil é o 2º país com mais casos de burnout no mundo, atrás do Japão

3

72% dos profissionais brasileiros relatam algum nível de esgotamento no trabalho

4

Burnout custa R$7 bilhões por ano em afastamentos ao INSS (INSS, 2025)

5

Profissionais de saúde, educação e tecnologia têm as maiores taxas de burnout

O burnout foi reconhecido pela OMS como um fenômeno ocupacional em 2019 e incluído na CID-11. No Brasil, somos o segundo país com mais casos no mundo, atrás apenas do Japão. A síndrome não aparece de repente — ela se desenvolve ao longo de meses ou anos de exposição crônica ao estresse sem recuperação adequada.

Principais fatores de risco

Carga de trabalho excessiva

Trabalhar mais de 50 horas semanais de forma consistente está associado a um risco 3 vezes maior de burnout, segundo meta-análise publicada no Journal of Occupational Health.

Falta de controle e autonomia

Profissionais sem autonomia sobre suas tarefas, horários ou métodos de trabalho têm significativamente mais risco de esgotamento do que aqueles com alto grau de controle.

Ausência de reconhecimento

A percepção de que o esforço não é reconhecido — seja financeiramente ou por feedback positivo — é um dos principais preditores de burnout em estudos brasileiros.

Conflito trabalho-vida pessoal

A digitalização do trabalho apagou as fronteiras entre vida profissional e pessoal. Profissionais que respondem mensagens fora do horário têm 2x mais risco de burnout.

Como reduzir seu risco

1

Estabeleça limites claros

Defina horários de início e fim do trabalho e comunique-os à equipe. Desativar notificações profissionais fora do horário reduz o estresse crônico em até 40%.

2

Pratique recuperação ativa

Pausas de 5 minutos a cada 90 minutos de trabalho focado melhoram a produtividade e reduzem a fadiga mental. Técnicas como Pomodoro ajudam a estruturar esse ritmo.

3

Busque suporte profissional

Psicoterapia, especialmente TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental), é o tratamento mais eficaz para burnout. Plataformas como Vittude oferecem acesso a psicólogos online com preços acessíveis.

4

Avalie o ambiente de trabalho

Se o burnout é sistêmico na sua empresa, a mudança individual tem limites. Avaliar outras oportunidades de trabalho pode ser necessário para a recuperação real.

Descubra o seu risco pessoal de Burnout

Responda 8 perguntas em menos de 2 minutos e receba uma análise personalizada com base em dados reais do Brasil.

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre estresse e burnout?

Estresse é uma resposta temporária a pressões específicas — quando a pressão passa, o estresse diminui. Burnout é um estado de esgotamento crônico que persiste mesmo após descanso. A principal diferença é que no burnout há uma sensação de vazio, cinismo e perda de eficácia profissional que não melhora com férias.

Burnout é reconhecido como doença no Brasil?

Sim. Desde 2023, o burnout está incluído na CID-11 como fenômeno ocupacional e é reconhecido pelo INSS como causa de afastamento. Isso significa que trabalhadores com diagnóstico têm direito a afastamento remunerado.

Quanto tempo leva para se recuperar do burnout?

A recuperação varia de 3 meses a 2 anos, dependendo da gravidade e do tratamento. Casos leves com intervenção precoce podem se resolver em 3 a 6 meses. Casos graves sem tratamento podem se tornar crônicos.

Quais profissões têm mais risco de burnout no Brasil?

As profissões com maior incidência são: profissionais de saúde (médicos, enfermeiros), professores, profissionais de tecnologia (especialmente em startups), advogados e profissionais de atendimento ao cliente.

Riscos relacionados

Artigos relacionados